O dom ministerial de presbítero, bispo ou ancião
ESTA é uma palavra fiel: se alguém deseja o episcopado, excelente obra deseja. .
ESTA é uma palavra fiel: se alguém deseja o episcopado, excelente obra deseja.
INTRODUÇÃO
A igreja local é o corpo invisível e universal de Cristo no tempo e no espaço. Ela é uma assembleia constituída por todos aqueles que se tornaram filhos de Deus. Por isso, é preciso haver uma liderança que a norteie, a oriente e a administre com sabedoria. A igreja local jamais pode ser administrada por um único líder. Apesar da importância do pastor titular, este deve sempre contar com um grupo de obreiros aptos a ensinar e a administrar a igreja local. Por esta razão, a Bíblia nos ensina que a igreja local deve eleger presbíteros dentre os homens honrados, de boa índole e idôneos, para junto do pastor titular, cuidar e zelar do rebanho do Senhor.
CONCEITUAÇÃO E ORIGEM DO OFÍCIO
Encontramos no Novo Testamento dois termos gregos distintos referentes ao mesmo ofício de liderança: presbyteros, transliterado como presbítero ou traduzido como ancião (At 15:6; 1Tm 5:17; Tg 5:14; 1Pe 5:1-4), e episkopos, traduzido como bispo, tendo também o significado de supervisor (At 20:28: Fp 1:1; 1Tm 3:2-5; Tt 1:7). Ambos os títulos destacam a supervisão, liderança, direção administrativa e espiritual da igreja local. No Novo Testamento, esses títulos são usados de forma intercambiável. Por exemplo, os termos “presbítero” e “bispo” são empregados para designar o mesmo grupo de pessoas cuja atribuição era pastorear a Igreja de Éfeso (At 20:17,28). O mesmo acontece com os termos “presbítero” e “bispo” sendo empregados com referência às mesmas pessoas (Tt 1:5-7). Além de Pedro declarar-se presbítero, ele exorta os demais presbíteros a pastorear a Igreja de Deus (1Pe 5:1-4). A paridade dos títulos aponta uma função única.
O termo grego presbyteros significava, em sua origem, “ancião”. Denotava, portanto, uma pessoa idosa, que já havia alcançado os 60 anos de idade. Posteriormente passou a designar aquelas pessoas maduras e experimentadas. O termo já era conhecido e utilizado nas sinagogas judaicas, bem antes da sua adoção pela Igreja cristã, para indicar aquele que assumia a liderança espiritual. Cada sinagoga tinha um grupo de pessoas mais velhas que orientavam a comunidade e representavam as tradições. Portanto, a responsabilidade precípua dos anciãos era aconselhar e guiar a comunidade. Já o termo grego episkopos, no ambiente grego-helenista da época, designava um supervisor ou inspetor que atuava tanto no campo civil ou no religioso.
A Igreja Batista do Sétimo Dia, em seu Regimento Interno, define o presbítero como um oficial eleito pela Assembleia Geral de uma igreja local, dentre seus membros, para, juntamente com o pastor, exercer o governo, a supervisão e a disciplina, zelando pelos interesses espirituais da Igreja a que pertencer.
A primeira menção no Novo Testamento de presbíteros aparece como resultado do surgimento de novas igrejas e a necessidade de se estabelecer a sua liderança (At 14:23). O apóstolo Paulo cuidou de organizar a administração das igrejas locais por onde as plantava, separando um grupo de obreiros para tal trabalho. Quando escreve a Timóteo, ele lhe diz: “Não tenha pressa para impor as mãos sobre alguém” (1Tm 5:22). Embora o texto não especifique um processo de seleção de presbíteros, todo o contexto imediatamente anterior (1Tm 5:17-21) trata de presbíteros e a imposição de mãos seria uma cerimônia para ordenar ou estabelecer pessoas em certos ofícios e tarefas na igreja (At 6:6; 13:3; 1Tm 4:14; 2Tm 1:6-8). A imposição das mãos é outro costume herdado do judaísmo, e apareceu no mesmo período como sinal de nomeação para o ofício. Esse rito de imposição das mãos, por sua vez, inspira-se nos exemplos bíblicos (Nm 27:18,23; Dt 34:19) e com ele é transmitida a responsabilidade e a habilitação correspondente.
Em o Novo Testamento, as referências aos presbíteros encontram-se no plural, bem como aos bispos ou anciãos, o que indica que as igrejas eram lideradas por um colegiado (At 11:30; 15:2,4,6; 20.17; Tg 5:14; 1Pe 5:1). Para colaborar com a ideia de que as funções do presbiterato devem ser exercidas de forma plural e colegiada em uma mesma igreja local, há o registro da reunião do apóstolo Paulo com os presbíteros da igreja de Éfeso (At 20:17), com os presbíteros da igreja de Jerusalém (At 21:18), e há a instrução de Paulo a Tito, seu pastor auxiliar, para constituir presbíteros em cada cidade (Tt 1:4,5,7). Está claro, assim, o aspecto pastoral da função exercida pelos presbíteros nas comunidades cristãs antigas.
Foi após a volta da primeira viagem missionária de Paulo e Barnabé que aconteceu a reunião de presbíteros de mais de uma igreja, formando um protótipo do que posteriormente veio a ser chamado de “presbitério” (1Tm 4:14), para decidir sobre questões doutrinárias, no caso a circuncisão ou não dos gentios (At 15:1-2,6,22-23). A decisão tomada passou a ser observada pelas demais igrejas (At 16:4). Este relato nos mostra que os presbíteros tinham a responsabilidade de zelar pela sã doutrina.
QUALIFICAÇÕES PARA O PRESBITERATO
A Bíblia explicita com detalhes os requisitos para um cristão que deseja servir como presbítero (1Tm 3:1-7; Tt 1:5- 9). Uma leitura mais atenta das duas listas verificará que a qualificação para o presbiterato é centralizada em três aspectos: comportamento moral, conhecimento da doutrina cristã e vida familiar.
O simples ato de desejar o episcopado não é o meio pelo qual se confirma uma vocação, mas apenas um bom indício. Segundo o apóstolo Paulo, ser presbítero é um excelente ministério (1Tm 3:1). Entretanto, há requisitos prévios tanto de valores espirituais quanto de atitudes vivenciais para alguém que deseja desempenhar essa função. Examinando as instruções paulinas a Timóteo e a Tito, verificamos que os requisitos estabelecidos nessas duas cartas são muitos e bem rigorosos.
De fato, nesses elencos as qualidades morais exigidas eram praticamente as mesmas exigidas dos candidatos às funções públicas ou de responsabilidade, no campo secular, quais sejam: integridade de vida moral, exemplaridade na vida familiar e matrimonial, capacidade de manter boas relações sociais, equilíbrio de caráter, moderação ou austeridade no uso dos bens, do vinho, do dinheiro etc. Além disso, do candidato ao presbiterato se exige que seja um bom cristão, maduro, com capacidades pedagógicas e didáticas, seguro na fé. A seleção dos presbíteros deve ser feita com cuidado e ponderação, sem favoritismos ou preconceitos (1Tm 5:22). Isso evitará posteriores inconvenientes e imprevistos.
Quando Paulo lista essas qualificações exigidas dos candidatos a presbíteros, é importante observar o fato de ele juntar requisitos concernentes a traços de caráter e atitudes íntimas com requisitos que não podem ser preenchidos em curto espaço de tempo, senão em um período de muitos anos de vida cristã fiel e dedicada à causa do Senhor. Aqueles que escolhem presbíteros nas igrejas de hoje fariam bem se analisassem os candidatos à luz dessas qualificações e procurassem esses traços de caráter e padrões de vida piedosa e não realizações terrenas, fama ou sucesso.
As duas listas de Paulo indicam a importância da função e como as igrejas não podem descuidar-se quando da ordenação de pessoas para servi-la. O bom conselho do apóstolo Paulo ainda é a maneira mais segura para se separar obreiros. Em Atos 14:23 lemos que Paulo e Barnabé conduziram a eleição dos presbíteros. A leitura literal do versículo declara que os presbíteros foram “escolhidos pelo levantar das mãos”, isto é, foram eleitos democraticamente pelo voto da congregação.
AS FUNÇÕES MINISTERIAIS DO PRESBÍTERO
O segundo aspecto diz respeito ao ministério pessoal do presbítero na Igreja. Esse ministério tem sua amplitude de ação na igreja local e nas assembleias gerais. Neste estudo focaliza- remos apenas a ação presbiteral na igreja local.
Para entendermos bem essa atuação, vamos ordenar nossa exposição em três aspectos:
1. O presbítero como administrador na Igreja. O caráter essencial do ofício de presbítero é o de governante eclesiástico. As Escrituras falam de “presbíteros que presidem bem, especialmente os que se esforçam na pregação e no ensino” (1Tm.5:17). A palavra grega proistêmi, aqui traduzida como “presidir”, significa, entre outras coisas, “governar”, “superintender”, “liderar”, “exercer liderança” etc. A expressão sintetiza apropriadamente as funções do presbítero conforme lavradas na Escritura. Portanto, a esfera de ação específica assinalada ao presbítero é a de cooperar com o pastor no exame e governo espirituais da Igreja.
Deve-se considerar que o presbítero regente, não menos que o pastor, age sob a autoridade de Cristo em tudo que legitimamente faz. Conquanto eleito pelos membros da igreja (e representando-os no exercício do governo eclesiástico), não é dos que o elegeram mestre e guia que deriva a autoridade de governá-los; tanto quanto aquele que “se afadiga na palavra e no ensino” não deriva deles a autoridade para pregar e ministrar as ordenanças. O cuidado e o governo da Igreja devem ser sempre entendidos como uma concessão de Jesus a alguns de seus servos. A Bíblia ensina que Cristo é Senhor e Cabeça da Igreja e também o seu “supremo Pastor” (1Pe 5:4). Logo, ser presbítero é ser comissionado pelo próprio Deus para servir a Igreja como Cristo serve. Tal realidade nos mostra a importância de ser presbítero, pois implica em uma vida de comunhão com o Espírito Santo.
2. O presbítero como modelo na Igreja. Qualquer estudante atento do Novo Testamento poderá verificar com facilidade que Jesus se apresentou como o modelo a ser imitadoe que os apóstolos, entendendo bem esse princípio, viveram e pregaram isso nas igrejas, colocando-se eles mesmos também como modelos de imitação (1Co 4:16; Fl 3:17; Hb 6:12). Quando o apóstolo Paulo escreveu ao presbítero Timóteo, o encorajou a tornar-se “padrão dos fiéis na palavra, no amor, na fé e na pureza” (1Tm 4:12). A palavra traduzida por “padrão” tem o significado de tipo (semelhante ao das antigas máquinas de datilografia), de onde se originou a palavra tipografia. Note que a ideia de duplicação padronizada a partir de um modelo fica bem caracterizada.
O presbítero é um homem de Deus chamado para ser modelo em tudo para Igreja. É bem verdade que a presença do pecado não foi eliminada, realidade que faz de qualquer presbítero uma pessoa imperfeita. Porém, não é admissível que o presbítero possua uma vida onde pecados não são vencidos ou acontecem com frequência. Por ser um homem de Deus, por ser conhecedor das Escrituras, por ser física e espiritualmente experimentado nas situações da vida, por ser um homem de oração, o presbítero deve ser um modelo desejado. Na Igreja e fora dela, ele deve ser uma referência de esposo, de pai, de amigo, de oração, de fé, de amor, de humildade e de pureza.
3. O presbítero como mestre na Igreja. Ser presbítero de uma igreja implica em interagir com ela em diversas áreas. Entretanto, pelo menos as áreas do ensino e da liderança são inegociáveis e se apresentam como pertinentes a todos os presbíteros. Paulo diz que o candidato a presbítero deve “ser apto para ensinar” (1Tm 3:2). O presbítero tem a responsabilidade de procurar formar o caráter de Cristo na vida dos fiéis (Gl 4:19). Essa ação não se limita a uma sala de aula ou à ministração de um curso. Ser mestre deve ser entendido como um orientador para a vida cristã sadia, significa estar perto do crente, instruí-lo na doutrina, discipliná-lo, encorajá-lo, orientá-lo e até puni-lo quando se fizer necessário. O ensino cristão é resultado do exercício do dom espiritual (Rm 12:7) e pode ocorrer em nível individual ou coletivo,
CONCLUSÃO
“Quem deseja o episcopado (ser presbítero), excelente ministério deseja!” (cf. 1Tm 3:1 parêntese nosso). O ministério presbiteral na igreja local se constitui numa verdadeira estrutura de sustentação. As ações dos presbíteros devem sempre estar firmadas sobre o fundamento dos Apóstolos e dos Profetas, sendo Cristo a pedra principal (Ef 2:20). Por essa razão é de se esperar que aqueles que são separados para essa função já estejam dentro de elevados padrões de conduta e maturidade espiritual.
A função presbiteral visa prover a Igreja de todas as suas necessidades de orientação e cuidado, disciplina, encorajamento, administração e ministração da doutrina. Sendo essas necessidades muitas e diversas, o ministério presbiteral não é exercido solitariamente, mas coletivamente, sendo o número deste o resultado da necessidade da Igreja. O presbítero deve ser um homem de Deus que cuida e se preocupa com a vida dos membros e dos novos na fé. Ser presbítero é ser mestre-modelo que é conhecedor e praticante das Escrituras.
O presbítero é professor que ensina as doutrinas bíblicas pelo exemplo e pelas palavras, educando os cristãos individual ou coletivamente a serem imitadores de Cristo. Ser presbítero é ser líder servidor, que se considera servo de todos e como tal assume a responsabilidade que lhe foi confiada de governar com humildade e administrar com probidade os negócios do Reino de Deus.
Ninguém nasce presbítero. O processo começa com um chamado, que pode ser reconhecido e percebido pelo cristão e este procura desenvolver sua fé, sua santidade, seus dons e talentos para, em tempo oportuno, servir. Apesar de o presbítero ser constituído pelo voto da assembleia da igreja local, esta apenas apresenta publicamente o seu reconhecimento do que na verdade já acontece com quem é vocacionado e se preparou para desempenhar o seu ministério.
QUESTÕES PARA DISCUSSÃO EM CLASSE
1. Segundo a lição, o que é um presbítero?
R.
2. Qual o significado do termo “presbitério”?
R.
3. Relacione os deveres dos presbíteros:
R.
4. Quais as duas esferas principais de atuação da liderança da igreja local?
R.
5. Qual é o maior compromisso de todo homem de Deus chamado para ser presbítero?
R.
1 Timóteo 3:1
1 Fiel é a palavra: se alguém aspira ao episcopado, excelente obra almeja.
1Tm 5:17
17 Devem ser considerados merecedores de dobrados honorários os presbíteros que presidem bem, com especialidade os que se afadigam na palavra e no ensino.
Tg 5:14
14 Está alguém entre vós doente? Chame os presbíteros da igreja, e estes façam oração sobre ele, ungindo-o com óleo, em nome do Senhor.
1Pe 5:1-4
1 Rogo, pois, aos presbíteros que há entre vós, eu, presbítero como eles, e testemunha dos sofrimentos de Cristo, e ainda coparticipante da glória que há de ser revelada:
2 pastoreai o rebanho de Deus que há entre vós, não por constrangimento, mas espontaneamente, como Deus quer; nem por sórdida ganância, mas de boa vontade;
3 nem como dominadores dos que vos foram confiados, antes, tornando-vos modelos do rebanho.
4 Ora, logo que o Supremo Pastor se manifestar, recebereis a imarcescível coroa da glória.
At 20:28
28 Atendei por vós e por todo o rebanho sobre o qual o Espírito Santo vos constituiu bispos, para pastoreardes a igreja de Deus, a qual ele comprou com o seu próprio sangue.
Fp 1:1
1 Paulo e Timóteo, servos de Cristo Jesus, a todos os santos em Cristo Jesus, inclusive bispos e diáconos que vivem em Filipos,
1Tm 3:2-5
2 É necessário, portanto, que o bispo seja irrepreensível, esposo de uma só mulher, temperante, sóbrio, modesto, hospitaleiro, apto para ensinar;
3 não dado ao vinho, não violento, porém cordato, inimigo de contendas, não avarento;
4 e que governe bem a própria casa, criando os filhos sob disciplina, com todo o respeito
5 (pois, se alguém não sabe governar a própria casa, como cuidará da igreja de Deus?);
Tt 1:7
7 Porque é indispensável que o bispo seja irrepreensível como despenseiro de Deus, não arrogante, não irascível, não dado ao vinho, nem violento, nem cobiçoso de torpe ganância;
Tt 1:5-7
5 Por esta causa, te deixei em Creta, para que pusesses em ordem as coisas restantes, bem como, em cada cidade, constituísses presbíteros, conforme te prescrevi:
6 alguém que seja irrepreensível, marido de uma só mulher, que tenha filhos crentes que não são acusados de dissolução, nem são insubordinados.
7 Porque é indispensável que o bispo seja irrepreensível como despenseiro de Deus, não arrogante, não irascível, não dado ao vinho, nem violento, nem cobiçoso de torpe ganância;
1Pe 5:1-4
1 Rogo, pois, aos presbíteros que há entre vós, eu, presbítero como eles, e testemunha dos sofrimentos de Cristo, e ainda coparticipante da glória que há de ser revelada:
2 pastoreai o rebanho de Deus que há entre vós, não por constrangimento, mas espontaneamente, como Deus quer; nem por sórdida ganância, mas de boa vontade;
3 nem como dominadores dos que vos foram confiados, antes, tornando-vos modelos do rebanho.
4 Ora, logo que o Supremo Pastor se manifestar, recebereis a imarcescível coroa da glória.
At 14:23
23 E, promovendo-lhes, em cada igreja, a eleição de presbíteros, depois de orar com jejuns, os encomendaram ao Senhor em quem haviam crido.
1Tm 5:22
22 A ninguém imponhas precipitadamente as mãos. Não te tornes cúmplice de pecados de outrem. Conserva-te a ti mesmo puro.
1Tm 5:17-21
17 Devem ser considerados merecedores de dobrados honorários os presbíteros que presidem bem, com especialidade os que se afadigam na palavra e no ensino.
18 Pois a Escritura declara: Não amordaces o boi, quando pisa o trigo. E ainda: O trabalhador é digno do seu salário.
19 Não aceites denúncia contra presbítero, senão exclusivamente sob o depoimento de duas ou três testemunhas.
20 Quanto aos que vivem no pecado, repreende-os na presença de todos, para que também os demais temam.
21 Conjuro-te, perante Deus, e Cristo Jesus, e os anjos eleitos, que guardes estes conselhos, sem prevenção, nada fazendo com parcialidade.
At 6:6
6 Apresentaram-nos perante os apóstolos, e estes, orando, lhes impuseram as mãos.
1Tm 4:14
14 Não te faças negligente para com o dom que há em ti, o qual te foi concedido mediante profecia, com a imposição das mãos do presbitério.
2Tm 1:6-8
6 Por esta razão, pois, te admoesto que reavives o dom de Deus que há em ti pela imposição das minhas mãos.
7 Porque Deus não nos tem dado espírito de covardia, mas de poder, de amor e de moderação.
8 Não te envergonhes, portanto, do testemunho de nosso Senhor, nem do seu encarcerado, que sou eu; pelo contrário, participa comigo dos sofrimentos, a favor do evangelho, segundo o poder de Deus,
Nm 27:18
18 Disse o SENHOR a Moisés: Toma Josué, filho de Num, homem em quem há o Espírito, e impõe-lhe as mãos;
At 11:30
30 o que eles, com efeito, fizeram, enviando-o aos presbíteros por intermédio de Barnabé e de Saulo.
Tg 5:14
14 Está alguém entre vós doente? Chame os presbíteros da igreja, e estes façam oração sobre ele, ungindo-o com óleo, em nome do Senhor.
1Pe 5:1
1 Rogo, pois, aos presbíteros que há entre vós, eu, presbítero como eles, e testemunha dos sofrimentos de Cristo, e ainda coparticipante da glória que há de ser revelada:
At 21:18
18 No dia seguinte, Paulo foi conosco encontrar-se com Tiago, e todos os presbíteros se reuniram.
Tt 1:4
4 a Tito, verdadeiro filho, segundo a fé comum, graça e paz, da parte de Deus Pai e de Cristo Jesus, nosso Salvador.
1Tm 4:14
14 Não te faças negligente para com o dom que há em ti, o qual te foi concedido mediante profecia, com a imposição das mãos do presbitério.
At 15:1-2
1 Alguns indivíduos que desceram da Judeia ensinavam aos irmãos: Se não vos circuncidardes segundo o costume de Moisés, não podeis ser salvos.
2 Tendo havido, da parte de Paulo e Barnabé, contenda e não pequena discussão com eles, resolveram que esses dois e alguns outros dentre eles subissem a Jerusalém, aos apóstolos e presbíteros, com respeito a esta questão.
At 16:4
4 Ao passar pelas cidades, entregavam aos irmãos, para que as observassem, as decisões tomadas pelos apóstolos e presbíteros de Jerusalém.
1Tm 3:1-7
1 Fiel é a palavra: se alguém aspira ao episcopado, excelente obra almeja.
2 É necessário, portanto, que o bispo seja irrepreensível, esposo de uma só mulher, temperante, sóbrio, modesto, hospitaleiro, apto para ensinar;
3 não dado ao vinho, não violento, porém cordato, inimigo de contendas, não avarento;
4 e que governe bem a própria casa, criando os filhos sob disciplina, com todo o respeito
5 (pois, se alguém não sabe governar a própria casa, como cuidará da igreja de Deus?);
6 não seja neófito, para não suceder que se ensoberbeça e incorra na condenação do diabo.
7 Pelo contrário, é necessário que ele tenha bom testemunho dos de fora, a fim de não cair no opróbrio e no laço do diabo.
Tt 1:5
5 Por esta causa, te deixei em Creta, para que pusesses em ordem as coisas restantes, bem como, em cada cidade, constituísses presbíteros, conforme te prescrevi:
1Tm 5:22
22 A ninguém imponhas precipitadamente as mãos. Não te tornes cúmplice de pecados de outrem. Conserva-te a ti mesmo puro.
Atos 14:23
23 E, promovendo-lhes, em cada igreja, a eleição de presbíteros, depois de orar com jejuns, os encomendaram ao Senhor em quem haviam crido.
1Pe 5:4
4 Ora, logo que o Supremo Pastor se manifestar, recebereis a imarcescível coroa da glória.
Hb 6:12
12 para que não vos torneis indolentes, mas imitadores daqueles que, pela fé e pela longanimidade, herdam as promessas.
1Tm 4:12
12 Ninguém despreze a tua mocidade; pelo contrário, torna-te padrão dos fiéis, na palavra, no procedimento, no amor, na fé, na pureza.
1Tm 3:2
2 É necessário, portanto, que o bispo seja irrepreensível, esposo de uma só mulher, temperante, sóbrio, modesto, hospitaleiro, apto para ensinar;
Gl 4:19
19 meus filhos, por quem, de novo, sofro as dores de parto, até ser Cristo formado em vós;
Rm 12:7
7 se ministério, dediquemo-nos ao ministério; ou o que ensina esmere-se no fazê-lo;
Ef 2:20
20 edificados sobre o fundamento dos apóstolos e profetas, sendo ele mesmo, Cristo Jesus, a pedra angular;