O problema da prosperidade do ímpio
Pois eis que os que se alongam de ti, perecerão; tu tens destruído todos aqueles que se desviam de ti.
Texto de Estudo
Pois eis que os que se alongam de ti, perecerão; tu tens destruído todos aqueles que se desviam de ti. Mas para mim, bom é aproximar-me de Deus; pus a minha confiança no Senhor DEUS, para anunciar todas as tuas obras.
O Salmo 73 trata de um assunto bem pertinente aos nossos dias, como também foi importante nos tempos antigos. Ele aborda a forma como o ímpio prospera, especialmente em se tratando de coisas materiais. Tal prosperidade, muitas vezes, acontece de forma imoral, corrupta, violenta, suja etc. Ao mesmo tempo em que os ímpios prosperam pelo lado material, alcançam a falência espiritual. Todavia, o Salmo dirige-nos a Deus como a fonte segura de prosperidade, não material, mas espiritual. Revela o cuidado de Deus para abençoar os justos e a Sua justiça aplicada para punir os ímpios.
O texto foi composto por Asafe, mas quem foi ele?
Asafe, juntamente de Hemã e Etã, foi nomeado pelo rei Davi como responsável pelos cânticos na casa do Senhor (1Cr 6.31-40). Era levita, filho de Berequias; nomeado como principal cantor quando a Arca foi levada para Jerusalém, e em várias outras ocasiões, quando havia festas nacionais (1Cr 15.17-19; 16.5,7,37; 2Cr 35.15). Ele liderou louvores quando o Templo foi consagrado pelo rei Salomão (2Cr 5.12).
Sua influência musical estendeu-se muito além do serviço do Templo, até o livro de cânticos dos judeus, no qual permaneceu por todos os tempos. Seu nome é encontrado no título de 12 Salmos para indicar que, provavelmente, fazem parte de uma cantata, composta por ele (Sl 50; 73 a 83). Esses Salmos figuravam entre os cânticos, durante o avivamento, nos tempos do rei Ezequias (2Cr 29.30). Na época do retorno do exílio babilônico, os cantores do Templo eram referidos apenas como “filhos de Asafe” (Ed 2.42; Ne 7.44; 11.17; etc.).
Quanto ao gênero literário, boa parte dos comentaristas definem o Salmo 73 como “sapiencial”. Schokel afirma:
Há quem pense ser lamentação, há quem considere cântico de ações de graças; outros, porém, dividem-se entre ato de confiança e profissão de inocência. Mas a descrição que maior lhe cabe é a meditação sapiencial. O caráter sapiencial é patente pela discussão do problema da retribuição, pelo vocabulário, pelo parentesco com páginas de Jó e Eclesiastes. No entanto, o “sapiencial” é adjetivo; o substantivo é a meditação como forma privilegiada de oração.
UMA PROVA DE FÉ!
Vemos, no início do Salmo em estudo, Asafe demonstrar uma fé abalada – “Quanto a mim, porém, quase me resvalaram os pés; pouco faltou para que se desviassem os meus passos” (v.2). Ele observava o contraste entre a prosperidade dos ímpios e a sua vida como servo do Senhor. Vida esta de sofrimento, de lutas, de preocupações, de canseiras etc. Isso gerou, em seu coração, um sentimento de inveja, conforme ele diz: “Pois eu invejava os arrogantes, ao ver a prosperidade dos perversos” (v.3).
Até que ele recupera a paz ao voltar-se para Deus. Após uma autoanálise, o salmista compreende tudo ao redor e diz: “Em só refletir e compreender isso, achei mui pesada tarefa para mim; até que entrei no santuário de Deus e atinei com o fim deles” (vv.16,17). Schokel cita uma frase de Agostinho, referente à situação de Asafe: “No santuário de Deus, dirijo o olhar ao final, ultrapassando o presente”.
Ao aproximar-se de Deus, no santuário, é como se o Senhor tivesse tirado a venda dos olhos de Asafe, para que pudesse ver a real situação dos ímpios e, ao mesmo tempo, perceber que a justiça divina prevalece. “Os olhos do Senhor estão em todo o lugar, contemplando os maus e os bons” (Pv. 15.3).
Charles H. Spurgeon faz uma divisão do Salmo:
Em Sl 73.1, o salmista declara a sua confiança em Deus, e como quem põe seu pé sobre uma rocha enquanto relata seu conflito interior. Em Sl 73.2-14, declara sua tentação; depois, em Sl 73.15-17, sente-se confuso para descobrir como agir, mas, por fim, encontra livramento para o dilema. Descreve com temor a sorte dos ímpios em Sl 73.18-20, condena sua própria tolice e adora a Graça de Deus, em Sl Sl 73.21-24. Conclui, renovando sua lealdade a Deus, que ele toma novamente como sendo a porção do seu deleite.
Contextualizando, surge uma pergunta: como continua, nos dias de hoje, esse paradoxo entre o justo e o ímpio? Certamente, a mesma situação vivida por Asafe é uma grande realidade atual. Isso leva muitos crentes a terem os mesmos sentimentos. O pior é que, em muitos casos, alguns cristãos não buscam em Deus a solução e acabam aderindo ao padrão dos ímpios.
Vamos dar um exemplo do que vivemos aqui no Brasil. Existe uma frase muito conhecida: “O jeitinho brasileiro de fazer as coisas”. É uma declaração simples, mas de efeitos práticos bastante catastróficos. Esse tal jeitinho representa toda a maldade do homem na sua forma de pensar e agir. Isso envolve tudo que temos visto atualmente, como a corrupção, a imoralidade, a falta de ética e de amor ao próximo, a cobiça, a prostituição, a mentira, o roubo etc. Tudo isso está impregnado na sociedade e já se tornou cultural. Se não combatermos, entrará com força na Igreja.
Basta observarmos a situação política e entenderemos como Asafe observou em seu tempo. O ímpio continua prosperando e, com certeza, surge no coração de muitos servos de Deus um sentimento de inveja. Pois o justo esforça-se por uma vida íntegra, honesta, paga os impostos em dia, luta constantemente por uma situação melhor, mas parece que nunca acaba o seu sofrimento. O corrupto, entretanto, prospera e não é punido.
O apóstolo Paulo expressa muito bem essa questão, em Gálatas, capítulo 5, ao falar sobre as obras da carne e o fruto do Espírito. Destacamos, aqui, os três últimos versículos: “E os que são de Cristo Jesus crucificaram a carne, com as suas paixões e concupiscências. Se vivemos no Espírito, andemos também no Espírito. Não nos deixemos possuir de vanglória, provocando uns aos outros, tendo inveja uns dos outros” (Gl 5.24-26).
Andando com Deus, e mantendo essa comunhão com Ele, vamos entender como Asafe entendeu, isto é, Ele sempre será a nossa rocha segura. Ainda que o ímpio prospere, isso é por um breve tempo, porque o Senhor fará com que pereçam enquanto que o justo, ainda que ande por um deserto, sabe que Deus cuida de cada detalhe em sua vida. “Com efeito, Deus é bom para com Israel, para com os de coração limpo” (Sl 73.1).
A vida cristã é uma prova de fé. Deus está no controle de tudo, e a Sua justiça prevalecerá sempre, tanto para abençoar o justo, como para punir o ímpio!
ENTRE O SANTUÁRIO E O CALVÁRIO!
O fato de Asafe ter sido um levita, responsável pelos serviços na casa do Senhor e especialmente pelos cânticos de adoração a Deus (1Cr 6:31-40), não fez dele um super-homem, isento às dificuldades humanas. Aliás, a Bíblia deixa claro que, mesmo aqueles personagens que tiveram destaque entre os “chamados de Deus”, apresentaram fraquezas.
Quando usamos a expressão “entre o santuário e o calvário”, referimo-nos a uma vida cristã, muitas vezes bem perto de Deus “no santuário”, especialmente quando está tudo bem. Já nos momentos de adversidade, ao que definimos como “no calvário”, sentimo-nos como Habacuque: “Tu és tão puro de olhos que não podes ver o mal, e a opressão não podes contemplar; por que, pois, toleras os que procedem perfidamente e te calas quando o perverso devora aquele que é mais justo do que ele?” (Hc 1:13).
Então, podemos comentar a situação de Asafe desta maneira: um momento de crise espiritual, por ver que, por algum tempo, os perversos não sofriam punições pelos erros e deboches contra Deus. Ele e outros agiam com pureza de coração (v.1), mas não recebiam alívio ou alento diante da difícil rotina de vida de alguém que vive ou deseja viver de forma justa e digna.
Wiersbe, citando a francesa madame Guyon, escreve:
No início da vida espiritual, nossa tarefa mais difícil é o relacionamento com o próximo; à medida que esta progride, a maior dificuldade torna-se o relacionamento conosco mesmos; por fim, nosso maior desafio é nos relacionarmos com Deus.
Ele acrescenta: Os problemas de Asafe são com Deus, pois sabia que o Senhor ao qual prestava culto era bom (v.1), que Deus tinha uma aliança com Israel, comprometendo-Se com promessas de bênçãos enquanto o povo obedecesse. Porém, foram justamente tais crenças fundamentais, afirmadas por Asafe, que deram origem a seu problema, uma vez que os incrédulos não enfrentam dificuldades desse tipo. Se o Senhor era bom e cumpria as promessas feitas na aliança, então por que o povo sofria, e os perversos prosperavam?
Jesus é o nosso maior referencial de quem esteve “entre o santuário e o calvário”, mas nunca duvidou, tampouco desistiu de cumprir Sua missão. Certa ocasião, quando estava próximo o Seu calvário, Ele disse:
Eis que vem a hora, e já é chegada, em que sereis dispersos, cada um para sua casa, e me deixareis só; contudo, não estou só, porque o Pai está comigo. Estas cousas vos tenho dito para que tenhais paz em mim. No mundo, passais por aflições; mas tende bom ânimo; eu venci o mundo. (Jo 16:32,33)
Muito melhor do que as nossas palavras são as de Cristo para definir as crises. Vejam que Ele estava entre o “santuário” e o “calvário”, mas tinha uma certeza: “Meu Pai jamais me abandonará”. As aflições fazem parte deste mundo; contudo, a aflição ou a prova mais difícil, Cristo venceu em nosso lugar. Portanto, a proximidade com Deus será a única maneira de vivermos em paz e na dependência d’Ele. Entre o santuário e o calvário, existe um Deus “Todo Poderoso” que cuida de cada detalhe. Aquiete o coração e descanse no Senhor!
PLENA CONFIANÇA EM DEUS!
Não poderíamos deixar de destacar, neste último bloco, toda a confiança que Asafe deposita em Deus. Eis o que ele afirma: Deus é bom para com Israel e para com os de coração limpo (v.1). Deus é a sua segurança (v. 23). Deus é o seu guia (v. 24). Deus é o seu único prazer (v. 25). Deus é a sua fortaleza e a sua herança (v. 26). Deus é o seu refúgio (v. 28). O salmista, dessa forma, querer exaltar toda a bondade, glória e majestade de Deus e descreve aquilo que havia experimentado, mostrando a sua fraqueza como ser humano. Contudo, deixa muito claro que, aproximando-se de Deus (v. 16 e 17), conseguiu entender tudo que lhe tirava a paz. Descobriu, por fim, o quanto Deus é fiel e justo, o tempo todo.
Moody faz um comentário, baseando-se na experiência do salmista:
Todavia, estou sempre contigo” (v. 23) – Agora o escritor encontrou vitória completa sobre suas dúvidas. Sua loucura é coisa do passado, porque Deus é o seu guia e a sua força. [...]. Contudo, o salmista enfatiza o senso da proximidade divina ao experimentá-la em suas circunstâncias presentes.
Wiersbe também comenta que, “Quando o culto terminou, e Asafe voltou a plantar os pés firmemente em sua fé, saiu do santuário e contou a todos o que havia aprendido. Havia se achegado a Deus, confiava n’Ele e estava pronto a declarar as obras do Senhor”.
Schokel faz uma analogia do Salmo 73 com Eclesiastes, no qual o autor encontra resposta para o problema pessoal na contemplação do Senhor. O autor esforçou-se para encontrar uma saída por meio da indagação e reflexão: “eu meditava para entender”, e ele fracassou. Porém, era necessária essa derrota para que se abrisse à nova visão, não conquistada, mas recebida como dom. A busca foi a oração; não menos que o estudo. Quando, na oração, o homem declara-se vencido, Deus desvenda-lhe os olhos.
O Salmo 37 é bem semelhante ao 73, embora tenham autores diferentes. Podemos destacar as palavras de Davi, no texto 37, no que diz respeito à confiança, e aplicá-las ao Salmo 73. Depois de Davi dizer para os justos não terem indignação por causa dos malfeitores e não alimentarem inveja, ele acrescenta: “Confia no Senhor e faze o bem; habita na Terra e alimenta-te da verdade. Agrada-te do Senhor, e Ele satisfará os desejos do teu coração. Entrega o teu caminho ao Senhor, confia n’Ele. E o mais, Ele fará” (Sl 37:3-5).
Melhor do que as nossas definições, há a Bíblia que explica todas as coisas. Ela contém as promessas de Deus aos justos, do início ao fim. E Ele é totalmente imutável em Suas promessas; é 100% fiel, o tempo todo. A confiança no Senhor é algo imprescindível à vida do cristão. Isso envolve toda a nossa fé! O Salmo 125 afirma: “Os que confiam no Senhor são como o Monte Sião, que não se abala, firme para sempre” (Sl 125:1).
Como está a sua confiança em Deus, diante de um dilema parecido com o de Asafe? Onde os injustos prosperam; e os justos, sofrem?
Lembre: quando o seu coração estiver a ponto de questionar ou murmurar, clame a Deus, busque-O, entrega tudo a Ele. E tudo mais Deus fará. Aliás, já está fazendo. Lembre-se também de que a sua maior riqueza foi dada por Deus, e ela não está aqui, mas no céu. Os corruptos e os ladrões podem tirar as suas riquezas materiais, mas jamais poderão tocar na riqueza conquistada por Jesus, na cruz do Calvário.
CONCLUSÃO
Após o conflito de Asafe, foi uma busca por Deus que mudou a sua maneira de pensar e agir. Asafe foi consolado e fortalecido pelo próprio Deus. E teve a sua alegria e confiança restauradas; o resultado foi um desejo ardente, em seu coração, de proclamar os feitos extraordinários de Deus (v. 28). Essa mesma missão o Senhor confiou, exclusivamente, à Igreja: anunciar o Evangelho de Jesus Cristo.
Eu e você somos a Igreja; andamos com Deus, cheios do Espírito Santo. Faremos visível a Sua justiça no mundo. Somente quando temos intimidade com o Senhor podemos ter ânimo, convicção e força para proclamarmos os Seus feitos. Que Deus nos abençoe!
Salmos 73:27-28
27 Os que se afastam de ti, eis que perecem; tu destróis todos os que são infiéis para contigo.
28 Quanto a mim, bom é estar junto a Deus; no SENHOR Deus ponho o meu refúgio, para proclamar todos os seus feitos.
Salmo 73
1 Com efeito, Deus é bom para com Israel, para com os de coração limpo.
2 Quanto a mim, porém, quase me resvalaram os pés; pouco faltou para que se desviassem os meus passos.
3 Pois eu invejava os arrogantes, ao ver a prosperidade dos perversos.
1Cr 6
1 Os filhos de Levi foram: Gérson, Coate e Merari.
2 Os filhos de Coate: Anrão, Isar, Hebrom e Uziel.
3 Os filhos de Anrão: Arão, Moisés e Miriã. Os filhos de Arão: Nadabe, Abiú, Eleazar e Itamar.
1Cr 15
1 Fez também Davi casas para si mesmo, na Cidade de Davi; e preparou um lugar para a arca de Deus e lhe armou uma tenda.
2 Então, disse Davi: Ninguém pode levar a arca de Deus, senão os levitas; porque o SENHOR os elegeu, para levarem a arca de Deus e o servirem para sempre.
3 Davi reuniu a todo o Israel em Jerusalém, para fazerem subir a arca do SENHOR ao seu lugar, que lhe tinha preparado.
2Cr 35
1 Josias celebrou a Páscoa ao SENHOR, em Jerusalém; e mataram o cordeiro da Páscoa no décimo quarto dia do primeiro mês.
2 Estabeleceu os sacerdotes nos seus cargos e os animou a servirem na Casa do SENHOR.
3 Disse aos levitas que ensinavam a todo o Israel e estavam consagrados ao SENHOR: Ponde a arca sagrada na casa que edificou Salomão, filho de Davi, rei de Israel; já não tereis esta carga aos ombros; servi, pois, ao SENHOR, vosso Deus, e ao seu povo de Israel.
2Cr 5
1 Assim, se acabou toda a obra que fez o rei Salomão para a Casa do SENHOR; então, trouxe Salomão as coisas que Davi, seu pai, havia dedicado; a prata, o ouro e os utensílios, ele os pôs entre os tesouros da Casa de Deus.
2 Congregou Salomão os anciãos de Israel e todos os cabeças das tribos, os príncipes das famílias dos israelitas, em Jerusalém, para fazerem subir a arca da Aliança do SENHOR, da Cidade de Davi, que é Sião, para o templo.
3 Todos os homens de Israel se congregaram junto ao rei, na ocasião da festa, que foi no sétimo mês.
Sl 50
1 Fala o Poderoso, o SENHOR Deus, e chama a terra desde o Levante até ao Poente.
2 Desde Sião, excelência de formosura, resplandece Deus.
3 Vem o nosso Deus e não guarda silêncio; perante ele arde um fogo devorador, ao seu redor esbraveja grande tormenta.
2Cr 29
1 Tinha Ezequias vinte e cinco anos de idade quando começou a reinar e reinou vinte e nove anos em Jerusalém. Sua mãe se chamava Abia e era filha de Zacarias.
2 Fez ele o que era reto perante o SENHOR, segundo tudo quanto fizera Davi, seu pai.
3 No primeiro ano do seu reinado, no primeiro mês, abriu as portas da Casa do SENHOR e as reparou.
Ed 2
1 São estes os filhos da província que subiram do cativeiro, dentre os exilados que Nabucodonosor, rei da Babilônia, tinha levado para lá, e voltaram para Jerusalém e para Judá, cada um para a sua cidade,
2 os quais vieram com Zorobabel, Jesua, Neemias, Seraías, Reelaías, Mordecai, Bilsã, Mispar, Bigvai, Reum e Baaná. Eis o número dos homens do povo de Israel:
3 os filhos de Parós, dois mil cento e setenta e dois.
Ne 7
1 Ora, uma vez reedificado o muro e assentadas as portas, estabelecidos os porteiros, os cantores e os levitas,
2 eu nomeei Hanani, meu irmão, e Hananias, maioral do castelo, sobre Jerusalém. Hananias era homem fiel e temente a Deus, mais do que muitos outros.
3 E lhes disse: não se abram as portas de Jerusalém até que o sol aqueça e, enquanto os guardas ainda estão ali, que se fechem as portas e se tranquem; ponham-se guardas dos moradores de Jerusalém, cada um no seu posto diante de sua casa.
Salmo 73
1 Com efeito, Deus é bom para com Israel, para com os de coração limpo.
2 Quanto a mim, porém, quase me resvalaram os pés; pouco faltou para que se desviassem os meus passos.
3 Pois eu invejava os arrogantes, ao ver a prosperidade dos perversos.
Sl 73
1 Com efeito, Deus é bom para com Israel, para com os de coração limpo.
2 Quanto a mim, porém, quase me resvalaram os pés; pouco faltou para que se desviassem os meus passos.
3 Pois eu invejava os arrogantes, ao ver a prosperidade dos perversos.
Sl 73
1 Com efeito, Deus é bom para com Israel, para com os de coração limpo.
2 Quanto a mim, porém, quase me resvalaram os pés; pouco faltou para que se desviassem os meus passos.
3 Pois eu invejava os arrogantes, ao ver a prosperidade dos perversos.
Sl 73
1 Com efeito, Deus é bom para com Israel, para com os de coração limpo.
2 Quanto a mim, porém, quase me resvalaram os pés; pouco faltou para que se desviassem os meus passos.
3 Pois eu invejava os arrogantes, ao ver a prosperidade dos perversos.
Sl 73
1 Com efeito, Deus é bom para com Israel, para com os de coração limpo.
2 Quanto a mim, porém, quase me resvalaram os pés; pouco faltou para que se desviassem os meus passos.
3 Pois eu invejava os arrogantes, ao ver a prosperidade dos perversos.
Sl 73
1 Com efeito, Deus é bom para com Israel, para com os de coração limpo.
2 Quanto a mim, porém, quase me resvalaram os pés; pouco faltou para que se desviassem os meus passos.
3 Pois eu invejava os arrogantes, ao ver a prosperidade dos perversos.
Gl 5
1 Para a liberdade foi que Cristo nos libertou. Permanecei, pois, firmes e não vos submetais, de novo, a jugo de escravidão.
2 Eu, Paulo, vos digo que, se vos deixardes circuncidar, Cristo de nada vos aproveitará.
3 De novo, testifico a todo homem que se deixa circuncidar que está obrigado a guardar toda a lei.
Sl 73
1 Com efeito, Deus é bom para com Israel, para com os de coração limpo.
2 Quanto a mim, porém, quase me resvalaram os pés; pouco faltou para que se desviassem os meus passos.
3 Pois eu invejava os arrogantes, ao ver a prosperidade dos perversos.
1Cr 6:31-40
31 São estes os que Davi constituiu para dirigir o canto na Casa do SENHOR, depois que a arca teve repouso.
32 Ministravam diante do tabernáculo da tenda da congregação com cânticos, até que Salomão edificou a Casa do SENHOR em Jerusalém; e exercitavam o seu ministério segundo a ordem prescrita.
33 São estes os que serviam com seus filhos. Dos filhos dos coatitas: Hemã, o cantor, filho de Joel, filho de Samuel,
34 filho de Elcana, filho de Jeroão, filho de Eliel, filho de Toá,
35 filho de Zufe, filho de Elcana, filho de Maate, filho de Amasai,
36 filho de Elcana, filho de Joel, filho de Azarias, filho de Sofonias,
37 filho de Taate, filho de Assir, filho de Ebiasafe, filho de Coré,
38 filho de Isar, filho de Coate, filho de Levi, filho de Israel.
39 Seu irmão Asafe estava à sua direita; era Asafe filho de Berequias, filho de Simeia,
40 filho de Micael, filho de Baaseias, filho de Malquias,
Hc 1:13
13 Tu és tão puro de olhos, que não podes ver o mal e a opressão não podes contemplar; por que, pois, toleras os que procedem perfidamente e te calas quando o perverso devora aquele que é mais justo do que ele?
Jo 16:32
32 Eis que vem a hora e já é chegada, em que sereis dispersos, cada um para sua casa, e me deixareis só; contudo, não estou só, porque o Pai está comigo.
Salmo 73
1 Com efeito, Deus é bom para com Israel, para com os de coração limpo.
2 Quanto a mim, porém, quase me resvalaram os pés; pouco faltou para que se desviassem os meus passos.
3 Pois eu invejava os arrogantes, ao ver a prosperidade dos perversos.
Salmo 37
1 Não te indignes por causa dos malfeitores, nem tenhas inveja dos que praticam a iniquidade.
2 Pois eles dentro em breve definharão como a relva e murcharão como a erva verde.
3 Confia no SENHOR e faze o bem; habita na terra e alimenta-te da verdade.
Salmo 73
1 Com efeito, Deus é bom para com Israel, para com os de coração limpo.
2 Quanto a mim, porém, quase me resvalaram os pés; pouco faltou para que se desviassem os meus passos.
3 Pois eu invejava os arrogantes, ao ver a prosperidade dos perversos.
Sl 37:3-5
3 Confia no SENHOR e faze o bem; habita na terra e alimenta-te da verdade.
4 Agrada-te do SENHOR, e ele satisfará os desejos do teu coração.
5 Entrega o teu caminho ao SENHOR, confia nele, e o mais ele fará.
Salmo 125
1 Os que confiam no SENHOR são como o monte Sião, que não se abala, firme para sempre.
2 Como em redor de Jerusalém estão os montes, assim o SENHOR, em derredor do seu povo, desde agora e para sempre.
3 O cetro dos ímpios não permanecerá sobre a sorte dos justos, para que o justo não estenda a mão à iniquidade.
Sl 125:1
1 Os que confiam no SENHOR são como o monte Sião, que não se abala, firme para sempre.