A morte de Jesus
Bem como o Filho do homem não veio para ser servido, mas para servir, e para dar a sua vida em resgate de muitos. .
Bem como o Filho do homem não veio para ser servido, mas para servir, e para dar a sua vida em resgate de muitos.
INTRODUÇÃO
A morte de Jesus ocupa lugar principal na fé cristã desde que a Igreja nasceu. O apóstolo Paulo já afirmava: “Antes de tudo, vos entreguei o que também recebi; que Cristo morreu pelos nossos pecados, segundo as Escrituras” (1 Co 15:3). “É um fato real que a morte de nosso Senhor na cruz é mencionada diretamente 175 vezes no Novo Testamento e indiretamente muito mais vezes. Isso por si mesmo é notável e impressionante e mostra a importância que é dada a ela nas Escrituras do Novo Testamento”. É um assunto profundo, por isso não se pretende explorar no presente estudo todos seus pormenores, mas sim lançar luz sobre ele apresentando textos bíblicos que dão embasamento para cada item abordado, é de fundamental importância que o leitor analise com a devida atenção a cada citação bíblica, busque conhecer com maior profundidade possível o assunto aqui abordado e acima de tudo procure aplicar cada verdade na sua própria vida. Que este estudo sirva de inspiração, alento, consolo e fortaleça a fé de cada um, dando certeza que a morte de Jesus é não apenas um evento histórico, que ficou em um passado distante, mas que faz parte de nós e de quem somos, e de certa forma é a nossa própria história, pois na cruz de Cristo todos fomos representados, e por Ele levado até à presença do Pai. Vejamos a seguir alguns pontos relevantes para o entendimento do assunto proposto nessa lição.
UMA MORTE ANUNCIADA
Deve-se considerar que a morte de Jesus não foi um acontecimento acidental como alguns ainda são levados a crer. Independente das teorias propostas ao longo da História da Igreja sobre sua morte, parte-se da premissa de que não foi aleatório, pois as Escrituras asseguram que tais acontecimentos já haviam sido preditos com séculos de antecedência. A caminho da aldeia de Emaús, já ressurreto, Jesus afirma “não convinha que o Cristo padecesse e entrasse na sua glória?”(Lc 24:26). E após isso, o texto afirma que: “Começando por Moisés, discorrendo por todos os Profetas, expunha-lhes o que a seu respeito constava em todas as Escrituras”(Lc 24:27). Textos como, por exemplo, 1Pe 1:10-12, 2Pe 1:16-21 e 1Co 15:3,4 nos dão conta de que os primeiros cristãos viam a morte de Jesus como algo já anunciado, e, portanto que jamais poderia ter sido apenas por questões circunstanciais de seu tempo. Abaixo algumas profecias e seu devido cumprimento em Jesus.
PROFECIA | CUMPRIMENTO |
Lançariam sorte sobre Sua túnica (Sl 22:18). | Jo 19:23,24 |
Ofereceriam-Lhe vinagre (Sl 69:21). | |
Zombariam d’Ele (Sl 22:7,8). | |
Seria colocado entre ladrões (Is 53:12). | Mc 15:27,28 |
Seria sepultado por um rico (Is 53:9). | Mc 15:27,28 |
Seus ossos não seriam quebrados (Sl 34:20). | |
Entregaria o espírito a Deus (Sl 21:5). |
Conforme já exposto, os eventos que cercaram a morte de Jesus, e até mesmo em alguns detalhes, foram anunciados e tiveram seu devido cumprimento, assim não se pode admitir a hipótese de uma morte “acidental”, pelo contrário, fazia parte do plano redentor de Deus mesmo “antes da criação do mundo”(Ap 13:8).
Além dos relatos do Antigo Testamento e sua confirmação pelos Apóstolos, o próprio Jesus fala sobre como Ele deveria morrer. ( Mc 8:31,32, Mt 12:40, Mc 10:32-34, Jo 12:20-33, Mt 20:17-19). As Escrituras confirmam que Jesus não só tinha plena consciência de que Sua missão incluiria a morte na cruz, bem como tinha discernimento para saber quando a hora de Sua morte era chegada, pois na Sua última Páscoa Ele sabia “que era chegada a sua hora de passar desse mundo para o Pai” (Jo 13:1), em sua oração sacerdotal Ele exclama “Pai, é chegada a minha hora”(Jo 17:1).
E à medida que “Sua hora” se aproximava, foi que Ele teve “a intrépida resolução de ir a Jerusalém” (Lc 9:51), e para Jesus “ir a Jerusalém” seria mais que uma viagem de deslocamento geográfico, mas sim uma viagem com desdobramentos que culminariam em Sua morte, não uma morte heroica da perspectiva humana, mas em Suas próprias palavras, em Jerusalém Ele seria “entregue aos gentios, escarnecido, ultrajado e cuspido; e depois de o açoitarem, tirar-lhe-ão a vida; mas, ao terceiro dia, ressuscitará”(Lc 18:32,33), confirmando também que isso seria o cumprimento de “tudo quanto está escrito por intermédio dos profetas”(Lc 18:31).
PROPÓSITO RESGATADOR
A teoria da morte de Jesus como resgate tem origem ainda no mundo antigo e aparece no Antigo Testamento quando Boaz resgata Rute(Rt 3:4), na história de Oseias e Gomer(Os 3:1-5) e também permeia o mundo do comércio antigo, sobretudo o comércio de escravos. A ideia básica é do resgate feito mediante um preço pago, esse é basicamente o entendimento da palavra grega “lutroo”.
O ensino bíblico é que o sangue de Cristo foi o preço pago pela nossa redenção conforme textos a seguir: “sabendo que não foi mediante coisas corruptíveis, como prata ou ouro, que fostes resgatados da vossa vã maneira de viver, mas pelo precioso sangue, como de cordeiro sem defeito e sem mácula, o sangue de Cristo” (1Pe 1:18,19), e nas palavras inspiradas do Apóstolo Paulo, que sendo Cristo o único mediador entre Deus e os homens Ele “a si mesmo se deu em resgate por todos”(1Tm2:6) e quando na carta aos Hebreus Cristo nos é apresentado como Sumo Sacerdote, afirma que Sua obra salvífica não foi “por meio de sangue de bodes e de bezerros, mas pelo seu próprio sangue, entrou no Santo dos Santos, uma vez por todas, tendo obtido eterna redenção” (Hb 9:12). Os textos já mencionados apontam para que a doutrina do resgate seja bíblica e válida, e “aqueles que creram em Cristo são resgatados do maldito mercado de escravos do pecado e do diabo. A obra de resgate de Cristo é necessária por causa da servidão, a qual o pecado nos entregou. Então, isso significa que a morte de Cristo é uma obra de resgate, e a doação de sua vida foi o preço desse resgate”.
Foi por meio do preço pago por Cristo que fomos resgatados da maldição da lei (Gl 3:10-13), da culpa (Gl 2:20, Rm 8:33), do pecado (Jo 8:32-36) e da morte (Jo 5:24, Cl 1:13). Embora possa haver objeções quanto ao ensino do resgate, não se pode negar que de fato o mesmo tem apoio nas Escrituras e satisfaz ao propósito de Deus, em Cristo nos fazer livres de toda e qualquer prisão na esfera espiritual. Mas a quem esse preço foi pago? Alguns levantaram a hipótese de que teria sido pago ao próprio diabo, e esse tem sido o motivo que alguns tendem a rejeitar a teoria do resgate, a esse respeito Zacarias Severa comenta que “não parece razoável, nem bíblico, que o sacrifício tenha sido oferecido a Satanás. Este não adquiriu nenhum direito sobre a humanidade, e a Bíblia não fala de nenhuma transação que Deus tenha feito com o diabo. Certamente, o preço do resgate foi oferecido ao próprio Deus. Foi Deus que, pela Sua justiça e santidade, sujeitou o pecador ao domínio e às consequências do pecado, obras do diabo, de cujo cativeiro Cristo nos resgatou”
PROPÓSITO RECONCILIADOR
Há duas verdades severas na Bíblia que recai sobre a humanidade como uma declaração condenatória, a saber: “Todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus”(Rm 3:23) e “O salário do pecado é a morte”(Rm 6:23). Em Adão, todos os homens foram feitos pecadores (Rm 5:14,17-19) e nesse estado encontram-se sob o juízo divino, a menos que creiam em Jesus (Jo3:36). Assim, é de suma importância compreender esse aspecto reconciliador da morte de Jesus. Franklin Ferreira comenta com muita propriedade a esse respeito e diz que a ideia de reconciliação “vem das relações familiares, e tem o sentido de fazer a paz, trocar inimizade por amizade. Nesse sentido, a reconciliação corre devido ao nosso estado de alienação para com Deus, que é resultante de nossos pecados”. Alguns ensinos sobre a reconciliação são apresentados a seguir:
As Escrituras afirmam em 2 Coríntios 5:18-20: “Ora, tudo provem de Deus, que nos reconciliou consigo mesmo por meio de Cristo e nos deu o ministério da reconciliação, a saber, que Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo, não imputando aos homens as suas transgressões, e nos confiou a palavra da reconciliação. De sorte que somos embaixadores em nome de Cristo, como se Deus exortasse por nosso intermédio. Em nome de Cristo, pois, rogamos que vos reconcilieis com Deus”. A palavra reconciliação, em seu original grego “katalasso”, significa basicamente “troca”, comumente usada no mundo antigo para se referir à troca de moedas; no texto acima, ela tem o sentido de “mudar de posição” ou “trocar inimizade por amizade”, pois devido ao pecado, o homem se tornou “inimigo” de Deus (Rm 5:10), assim, coube ao próprio Deus a iniciativa dessa reconciliação, Ele nos reconciliou consigo mesmo, removeu a culpa e ainda nos deu esse “ministério”, a saber, por meio do Evangelho cabe a nós proclamar que Deus reconcilia, traz para perto d’Ele e restabelece a harmonia com aqueles que prontamente ouvem Sua voz e creem nAquele que Ele enviou. É ainda oportuno o que Albert Barnes comenta a esse respeito:
“Eles violaram Suas leis. Eles eram seus inimigos. Mas, por meio do plano de salvação, eles foram levados a um estado de concordância, ou harmonia, e estavam unidos em sentimento e em alvo com ele. Duas pessoas que foram alienadas pelo preconceito, pela paixão, ou pelo interesse, são reconciliadas quando a causa da alienação é removida, de qualquer lado que possa ter existido, ou se de ambos os lados, e quando eles deixam de lado sua inimizade e se tornam amigos. Desde então, eles estão de acordo e vivem juntos[...]. O homem estava alienado de Deus. Ele não tinha amor por ele. Ele não gostava de seu governo e leis. Ele procurou seu próprio prazer. Ele era orgulhoso, vaidoso e autoconfiante. Ele não estava satisfeito com o caráter de Deus, ou com suas reivindicações ou seus planos. E da mesma forma, Deus estava descontente com o orgulho, a sensualidade, a rebelião, a altivez do homem. Ele estava descontente com o fato de Sua Lei ter sido violada, e esse homem havia abandonado seu governo. Agora, a reconciliação só poderia ocorrer quando essas causas de alienação fossem postas de lado, e quando Deus e o homem fossem trazidos à harmonia; quando o homem deveria deixar de lado seu amor pelo pecado, e deveria ser perdoado, e quando, portanto, Deus poderia consistentemente tratá-lo como um amigo.
Naturalmente, toda a mudança que ocorre deve ser da parte do homem, pois Deus não mudará, e o propósito do plano de reconciliação é efetuar tal mudança no homem a ponto de fazê-lo de fato reconciliado com Deus. Havia, de fato, obstáculos à reconciliação por parte de Deus, mas eles não surgiram de qualquer relutância em se reconciliar; de qualquer relutância em tratar sua criatura como sua amiga; mas eles surgiram do fato de que o homem havia pecado e que Deus era justo; que tal é a perfeição de Deus que Ele não pode tratar tanto o bem como o mal; e que, portanto, se Ele tratasse o homem como Seu amigo, era necessário que de algum modo Ele mantivesse a honra de Sua Lei, e mostrasse Seu ódio ao pecado [...].Mas Deus não mudou. O plano de reconciliação não fez mudanças em seu caráter. Não fez dele um ser diferente do que ele era antes. Muitas vezes há um erro neste assunto; e as pessoas parecem supor que Deus era originalmente severo, impiedoso e inexorável, e que ele foi feito suave e perdoador pela expiação. Mas não é assim. Nenhuma mudança foi feita em Deus; nenhum precisava ser feito; nenhum poderia ser feito[...].
Tal era seu amor original pelo homem, e sua disposição de mostrar misericórdia, que ele se submeteria a qualquer sacrifício, exceto o da verdade e da justiça, a fi m de que ele pudesse salvá-lo. Por isso, ele enviou seu único Filho para morrer - não para mudar seu próprio caráter; não para se tornar um ser diferente do que ele era, mas para mostrar seu amor e sua prontidão para perdoar. “Deus amou o mundo de tal maneira que enviou seu Filho unigênito”.
PROPÓSITO SUBSTITUTIVO
O ensino bíblico sobre a morte de Jesus esclarece que Ele morreu não por Seus próprios pecados, pois Cristo “não cometeu pecado, nem dolo algum se achou em sua boca” (1Pe 2:22), e ainda, as Escrituras afirmam que “foi ele tentado em todas as coisas, à nossa semelhança, mas sem pecado” (Hb 4:15). Jesus morreu em lugar dos pecadores “Ele morreu por todos” (2 Co 5:15), e ainda “aquele que não conheceu pecado, ele o fez pecado por nós; para que, nele, fossemos feitos justiça de Deus” (2 Co 5:21), o Apóstolo Pedro é enfático ao afirmar que “Cristo sofreu em vosso lugar” (2 Pe 2:21) e que “carregando ele mesmo sobre o madeiro, os nossos pecados”(2 Pe 2:24). O profeta João Batista aponta para o Cristo e exclama “eis o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo”(Jo 1:29). Conforme os textos mencionados, a morte de Jesus foi de caráter substitutivo, vicária, pois Ele tomou nosso lugar, e por outro lado Ele substituiu os sacrifícios realizados no tabernáculo durante o Antigo Testamento (Hb 7:12-14; 23-26; 28).
Frankilin Ferreira comenta que “No Antigo Testamento, a propiciação refere-se literalmente ao propiciatório, que era a tampa da arca da aliança, que fi cava no tabernáculo. Nessa tampa, o sangue do sacrifício era aspergido pelo sumo sacerdote no dia da expiação, quando Deus concedia perdão a Israel”. E quanto a isso afirma: “O pecado era tratado mediante um substituto, e o resultado disso é que os pecados do povo eram cobertos e o povo era restaurado a uma posição que podia ser abençoado por Deus. Há uma frase em Hebreus 9:22 que resumiria tudo isso: Sem derramamento de sangue não há remissão[...] os sacrifícios do Velho testamento estavam apontando para a perfeita oferta pelo pecado que estava por vir; eram tipos do Senhor Jesus Cristo em sua morte”. O Novo Testamento ensina com muita clareza que em Cristo somos salvos porque Cristo morreu por nós, como mostra por exemplo os seguintes textos: Jo 1:29, 1Co 5:7, Rm 5:6, Gl 1:4, Hb 9:14. Não resta dúvida quanto a isso, que “Cristo padeceu uma vez pelos pecados, o justo pelos injustos”(1 Pe 3:18).
É de fundamental importância o comentário de Zacarias Severa, uma vez que se tem levantado algumas objeções quanto à doutrina da substituição.
“Diz-se que a preposição grega anti pode significar “no lugar de”; mas a preposição huper , que é frequentemente usada quando se fala do sofrimento de Cristo, significa “em favor de”, com vistas ao benefício de, e nunca “no lugar de” ou “ao invés de”. Quanto à preposição anti não há dúvida de que ela significa “ao invés de” ou “no lugar de” (Mt 5:38; 20:28; Mc 10:45; Lc 11:11; Rm 12:17; 1 Ts 5:15; 1 Pe 3:9; Hb 12:16). Mas também huper pode ser empregado com o sentido de “ao invés de”, dependendo do contexto. Em 2 Co 5:14,15,21 e Gl 3:13 é difícil negar a ideia de substituição. Portanto Cristo não morreu somente em nosso favor, mas em nosso lugar.
Como Deus poderia punir um inocente no lugar dos culpados? A resposta é que aquele que sofreu foi o próprio Deus que puniu, isto é, Jesus Cristo divino. Isto é possível, moralmente falando. Outra questão é se Deus já teve satisfação pelos pecados dos homens, então perdão não é perdão, mas dever. A resposta é que quem perdoa é o mesmo que sofreu a penalidade, e para que haja perdão ele exige uma condição: arrependimento”.
Pelo exposto acima reafirmamos tal doutrina, Jesus morreu em nosso lugar e em nosso favor, nesse sentido somos beneficiados por Sua morte vicária na cruz, porem ela só terá efeito em nossa vida mediante arrependimento e aceitação de Seu sacrifício.
PROVA DO AMOR DE DEUS
Chegamos ao clímax da lição de hoje, tudo quanto estudamos até aqui não faria sentido se não tivesse sido lançado sobre as bases mais sólidas, o puro e incondicional amor de Deus revelado em Jesus. Vejamos, pois, com que clareza as Escrituras nos apresentam tal verdade sublime:
“Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha vida eterna”(Jo 3:16). Esse verso tem sido considerado o “Evangelho em miniatura”, nele resume toda a revelação bíblica de Gênesis a Apocalipse, nas palavras de Lutero, Ele “excessivamente e além da medida amou”, é aqui que se encontra a fonte de onde procede a salvação dos homens. Carson comenta que “Mais do que qualquer escrito no Novo Testamento, João desenvolve uma teologia das relações de amor entre o Pai e o Filho, e deixa claro que, quando aplicado a seres humanos, o amor de Deus não é a consequência da amabilidade d’Eles, mas da sublime verdade que Deus é amor”.
Está em vista aqui o amor de Deus sendo demonstrado de maneira intensa e única, tal qual nunca antes na revelação bíblica, o máximo que os rabinos judeus conseguiam conhecer e expressar era o amor de Deus por Israel, mas no texto acima isso ultrapassa em muito qualquer nação ou povo, pois abrange o cosmos (todo universo), tudo, absolutamente tudo é objeto desse amor. Nas palavras de Bruce “se há uma sentença que resume melhor a mensagem do quarto evangelho, aqui está ela. O amor de Deus não tem limites; ele engloba toda humanidade. Nenhum sacrifício foi grande demais para trazer sua intensidade sem medida a homens e mulheres: o melhor que Deus tinha para dar, Ele Deu – Seu único Filho, tão amado[...] a essência da mensagem da salvação é deixada tão clara que não permite mais dúvidas, em uma linguagem que pessoas de todas as raças, culturas e épocas podem compreender, e é exposta nestas palavras de maneira tão eficaz que, provavelmente, muitos acharam a vida mais através delas do que por meio de qualquer outro texto bíblico”.
Outra afirmação sobre o amor de Deus vem dos lábios do próprio Jesus ao proclamar que “Ninguém tem maior amor que este: de dar alguém a sua própria vida em favor dos seus amigos”(Jo 15:13). E nesse sentido, o Apóstolo Paulo diz: “Mas Deus prova o seu amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores” (Rm 5:8). João diz que “Nisto conhecemos o amor: que Cristo deu a sua vida por nós” (1 Jo 3:16). O profeta Isaías, sete séculos antes, já havia profetizado a respeito “Certamente, ele tomou sobre si as nossas enfermidades e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus e oprimido. Mas ele foi traspassado pelas nossas iniquidades; e o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados” (Is 53:4,5). A cruz era símbolo do sofrimento, dor, morte e acima de tudo de maldição (Dt 21:22,23 e Gl 3:13) mas mesmo assim, ela foi parte do plano de Deus, pois nela Ele tornou efetivo de forma cabal Seu amor para conosco, é na cruz que vemos não apenas a depravação do homem e quão profundamente o pecado afetou a humanidade, mas o quanto o amor de Deus está para além de toda sabedoria e compreensão humana. Nesse sentido comenta Carson:
“o amor de Deus deve ser admirado não porque o mundo é tão grande e incluiu muita gente, mas porque o mundo é tão mau[...] se é verdade que a ira de Deus é revelada dos céus contra toda impiedade e injustiça dos homens que suprimem a verdade pela injustiça, e se o salário do pecado é a morte, também é verdade, maravilhosamente verdadeiro, que o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor. Os cristãos não nasceram cristãos; eles eram por natureza merecedores da ira. Apesar desse estado desesperador, eles foram vivificados com Cristo por causa do grande amor de Deus por eles, esse Deus que é rico em misericórdia”.
CONCLUSÃO
A morte de Jesus é a base da mensagem cristã, um evangelho que não a proclama é oco, sem poder regenerador. Dela depende nossa fé, através dela fomos reconciliados com Deus, Jesus a sofreu em nosso lugar, e é por ela que temos a dimensão do amor de Deus, compreendemos que somos alguém para Ele, que Se importa com cada ser humano e o busca, o ama e o acolhe, não por este possuir qualquer mérito, mas porque Jesus conquistou na cruz todos os benefícios que o Pai nos concede.
QUESTÕES PARA DISCUSSÃO EM CLASSE
1. Como demonstrar biblicamente que a morte de Jesus não foi acidental?
R.
2. De onde vem a ideia de “resgate” e como isso é compreendido à luz do Novo Testamento?
R.
3. De onde vem a ideia de ”substituição” e como ela se relaciona com a morte de Jesus?
R.
4. Em que sentido pode ser entendida a afirmação que Deus amou o mundo de “tal maneira”?
R.
5. O que os primeiros discípulos já afirmavam sobre a morte de Jesus (2 Co 5:14)?
R.
Mateus 20:28
28 tal como o Filho do Homem, que não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos.
1 Co 15:3
3 Antes de tudo, vos entreguei o que também recebi: que Cristo morreu pelos nossos pecados, segundo as Escrituras,
Lc 24:26
26 Porventura, não convinha que o Cristo padecesse e entrasse na sua glória?
Lc 24:27
27 E, começando por Moisés, discorrendo por todos os Profetas, expunha-lhes o que a seu respeito constava em todas as Escrituras.
1Pe 1:10-12
10 Foi a respeito desta salvação que os profetas indagaram e inquiriram, os quais profetizaram acerca da graça a vós outros destinada,
11 investigando, atentamente, qual a ocasião ou quais as circunstâncias oportunas, indicadas pelo Espírito de Cristo, que neles estava, ao dar de antemão testemunho sobre os sofrimentos referentes a Cristo e sobre as glórias que os seguiriam.
12 A eles foi revelado que, não para si mesmos, mas para vós outros, ministravam as coisas que, agora, vos foram anunciadas por aqueles que, pelo Espírito Santo enviado do céu, vos pregaram o evangelho, coisas essas que anjos anelam perscrutar.
2Pe 1:16-21
16 Porque não vos demos a conhecer o poder e a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo seguindo fábulas engenhosamente inventadas, mas nós mesmos fomos testemunhas oculares da sua majestade,
17 pois ele recebeu, da parte de Deus Pai, honra e glória, quando pela Glória Excelsa lhe foi enviada a seguinte voz: Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo.
18 Ora, esta voz, vinda do céu, nós a ouvimos quando estávamos com ele no monte santo.
19 Temos, assim, tanto mais confirmada a palavra profética, e fazeis bem em atendê-la, como a uma candeia que brilha em lugar tenebroso, até que o dia clareie e a estrela da alva nasça em vosso coração,
20 sabendo, primeiramente, isto: que nenhuma profecia da Escritura provém de particular elucidação;
21 porque nunca jamais qualquer profecia foi dada por vontade humana; entretanto, homens [santos] falaram da parte de Deus, movidos pelo Espírito Santo.
1Co 15:3
3 Antes de tudo, vos entreguei o que também recebi: que Cristo morreu pelos nossos pecados, segundo as Escrituras,
Sl 22:18
18 Repartem entre si as minhas vestes e sobre a minha túnica deitam sortes.
Jo 19:23
23 Os soldados, pois, quando crucificaram Jesus, tomaram-lhe as vestes e fizeram quatro partes, para cada soldado uma parte; e pegaram também a túnica. A túnica, porém, era sem costura, toda tecida de alto a baixo.
Jo 19:28
28 Depois, vendo Jesus que tudo já estava consumado, para se cumprir a Escritura, disse: Tenho sede!
Sl 22:7
7 Todos os que me veem zombam de mim; afrouxam os lábios e meneiam a cabeça:
Mt 27:39-44
39 Os que iam passando blasfemavam dele, meneando a cabeça e dizendo:
40 Ó tu que destróis o santuário e em três dias o reedificas! Salva-te a ti mesmo, se és Filho de Deus, e desce da cruz!
41 De igual modo, os principais sacerdotes, com os escribas e anciãos, escarnecendo, diziam:
42 Salvou os outros, a si mesmo não pode salvar-se. É rei de Israel! Desça da cruz, e creremos nele.
43 Confiou em Deus; pois venha livrá-lo agora, se, de fato, lhe quer bem; porque disse: Sou Filho de Deus.
44 E os mesmos impropérios lhe diziam também os ladrões que haviam sido crucificados com ele.
Is 53:12
12 Por isso, eu lhe darei muitos como a sua parte, e com os poderosos repartirá ele o despojo, porquanto derramou a sua alma na morte; foi contado com os transgressores; contudo, levou sobre si o pecado de muitos e pelos transgressores intercedeu.
Mc 15:27
27 Com ele crucificaram dois ladrões, um à sua direita, e outro à sua esquerda.
Is 53:9
9 Designaram-lhe a sepultura com os perversos, mas com o rico esteve na sua morte, posto que nunca fez injustiça, nem dolo algum se achou em sua boca.
Mc 15:27
27 Com ele crucificaram dois ladrões, um à sua direita, e outro à sua esquerda.
Jo 19:31-37
31 Então, os judeus, para que no sábado não ficassem os corpos na cruz, visto como era a preparação, pois era grande o dia daquele sábado, rogaram a Pilatos que se lhes quebrassem as pernas, e fossem tirados.
32 Os soldados foram e quebraram as pernas ao primeiro e ao outro que com ele tinham sido crucificados;
33 chegando-se, porém, a Jesus, como vissem que já estava morto, não lhe quebraram as pernas.
34 Mas um dos soldados lhe abriu o lado com uma lança, e logo saiu sangue e água.
35 Aquele que isto viu testificou, sendo verdadeiro o seu testemunho; e ele sabe que diz a verdade, para que também vós creiais.
36 E isto aconteceu para se cumprir a Escritura: Nenhum dos seus ossos será quebrado.
37 E outra vez diz a Escritura: Eles verão aquele a quem traspassaram.
Sl 21:5
5 Grande lhe é a glória da tua salvação; de esplendor e majestade o sobrevestiste.
Lc 23:46
46 Então, Jesus clamou em alta voz: Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito! E, dito isto, expirou.
Ap 13:8
8 e adorá-la-ão todos os que habitam sobre a terra, aqueles cujos nomes não foram escritos no Livro da Vida do Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo.
Mc 8:31
31 Então, começou ele a ensinar-lhes que era necessário que o Filho do Homem sofresse muitas coisas, fosse rejeitado pelos anciãos, pelos principais sacerdotes e pelos escribas, fosse morto e que, depois de três dias, ressuscitasse.
Mt 12:40
40 Porque assim como esteve Jonas três dias e três noites no ventre do grande peixe, assim o Filho do Homem estará três dias e três noites no coração da terra.
Mc 10:32-34
32 Estavam de caminho, subindo para Jerusalém, e Jesus ia adiante dos seus discípulos. Estes se admiravam e o seguiam tomados de apreensões. E Jesus, tornando a levar à parte os doze, passou a revelar-lhes as coisas que lhe deviam sobrevir, dizendo:
33 Eis que subimos para Jerusalém, e o Filho do Homem será entregue aos principais sacerdotes e aos escribas; condená-lo-ão à morte e o entregarão aos gentios;
34 hão de escarnecê-lo, cuspir nele, açoitá-lo e matá-lo; mas, depois de três dias, ressuscitará.
Jo 12:20-33
20 Ora, entre os que subiram para adorar durante a festa, havia alguns gregos;
21 estes, pois, se dirigiram a Filipe, que era de Betsaida da Galileia, e lhe rogaram: Senhor, queremos ver Jesus.
22 Filipe foi dizê-lo a André, e André e Filipe o comunicaram a Jesus.
23 Respondeu-lhes Jesus: É chegada a hora de ser glorificado o Filho do Homem.
24 Em verdade, em verdade vos digo: se o grão de trigo, caindo na terra, não morrer, fica ele só; mas, se morrer, produz muito fruto.
25 Quem ama a sua vida perde-a; mas aquele que odeia a sua vida neste mundo preservá-la-á para a vida eterna.
26 Se alguém me serve, siga-me, e, onde eu estou, ali estará também o meu servo. E, se alguém me servir, o Pai o honrará.
27 Agora, está angustiada a minha alma, e que direi eu? Pai, salva-me desta hora? Mas precisamente com este propósito vim para esta hora.
28 Pai, glorifica o teu nome. Então, veio uma voz do céu: Eu já o glorifiquei e ainda o glorificarei.
29 A multidão, pois, que ali estava, tendo ouvido a voz, dizia ter havido um trovão. Outros diziam: Foi um anjo que lhe falou.
30 Então, explicou Jesus: Não foi por mim que veio esta voz, e sim por vossa causa.
31 Chegou o momento de ser julgado este mundo, e agora o seu príncipe será expulso.
32 E eu, quando for levantado da terra, atrairei todos a mim mesmo.
33 Isto dizia, significando de que gênero de morte estava para morrer.
Mt 20:17-19
17 Estando Jesus para subir a Jerusalém, chamou à parte os doze e, em caminho, lhes disse:
18 Eis que subimos para Jerusalém, e o Filho do Homem será entregue aos principais sacerdotes e aos escribas. Eles o condenarão à morte.
19 E o entregarão aos gentios para ser escarnecido, açoitado e crucificado; mas, ao terceiro dia, ressurgirá.
Jo 13:1
1 Ora, antes da Festa da Páscoa, sabendo Jesus que era chegada a sua hora de passar deste mundo para o Pai, tendo amado os seus que estavam no mundo, amou-os até ao fim.
Jo 17:1
1 Tendo Jesus falado estas coisas, levantou os olhos ao céu e disse: Pai, é chegada a hora; glorifica a teu Filho, para que o Filho te glorifique a ti,
Lc 9:51
51 E aconteceu que, ao se completarem os dias em que devia ele ser assunto ao céu, manifestou, no semblante, a intrépida resolução de ir para Jerusalém
Lc 18:31
31 Tomando consigo os doze, disse-lhes Jesus: Eis que subimos para Jerusalém, e vai cumprir-se ali tudo quanto está escrito por intermédio dos profetas, no tocante ao Filho do Homem;
Rt 3:4
4 Quando ele repousar, notarás o lugar em que se deita; então, chegarás, e lhe descobrirás os pés, e te deitarás; ele te dirá o que deves fazer.
Os 3:1-5
1 Disse-me o SENHOR: Vai outra vez, ama uma mulher, amada de seu amigo e adúltera, como o SENHOR ama os filhos de Israel, embora eles olhem para outros deuses e amem bolos de passas.
2 Comprei-a, pois, para mim por quinze peças de prata e um ômer e meio de cevada;
3 e lhe disse: tu esperarás por mim muitos dias; não te prostituirás, nem serás de outro homem; assim também eu esperarei por ti.
4 Porque os filhos de Israel ficarão por muitos dias sem rei, sem príncipe, sem sacrifício, sem coluna, sem estola sacerdotal ou ídolos do lar.
5 Depois, tornarão os filhos de Israel, e buscarão ao SENHOR, seu Deus, e a Davi, seu rei; e, nos últimos dias, tremendo, se aproximarão do SENHOR e da sua bondade.
1Pe 1:18
18 sabendo que não foi mediante coisas corruptíveis, como prata ou ouro, que fostes resgatados do vosso fútil procedimento que vossos pais vos legaram,
Hb 9:12
12 não por meio de sangue de bodes e de bezerros, mas pelo seu próprio sangue, entrou no Santo dos Santos, uma vez por todas, tendo obtido eterna redenção.
Gl 3:10-13
10 Todos quantos, pois, são das obras da lei estão debaixo de maldição; porque está escrito: Maldito todo aquele que não permanece em todas as coisas escritas no Livro da lei, para praticá-las.
11 E é evidente que, pela lei, ninguém é justificado diante de Deus, porque o justo viverá pela fé.
12 Ora, a lei não procede de fé, mas: Aquele que observar os seus preceitos por eles viverá.
13 Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se ele próprio maldição em nosso lugar (porque está escrito: Maldito todo aquele que for pendurado em madeiro ),
Gl 2:20
20 logo, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim; e esse viver que, agora, tenho na carne, vivo pela fé no Filho de Deus, que me amou e a si mesmo se entregou por mim.
Rm 8:33
33 Quem intentará acusação contra os eleitos de Deus? É Deus quem os justifica.
Jo 8:32-36
32 e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.
33 Responderam-lhe: Somos descendência de Abraão e jamais fomos escravos de alguém; como dizes tu: Sereis livres?
34 Replicou-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo: todo o que comete pecado é escravo do pecado.
35 O escravo não fica sempre na casa; o filho, sim, para sempre.
36 Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres.
Jo 5:24
24 Em verdade, em verdade vos digo: quem ouve a minha palavra e crê naquele que me enviou tem a vida eterna, não entra em juízo, mas passou da morte para a vida.
Cl 1:13
13 Ele nos libertou do império das trevas e nos transportou para o reino do Filho do seu amor,
Rm 6:23
23 porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor.
Rm 5:14
14 Entretanto, reinou a morte desde Adão até Moisés, mesmo sobre aqueles que não pecaram à semelhança da transgressão de Adão, o qual prefigurava aquele que havia de vir.
2 Coríntios 5:18-20
18 Ora, tudo provém de Deus, que nos reconciliou consigo mesmo por meio de Cristo e nos deu o ministério da reconciliação,
19 a saber, que Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo, não imputando aos homens as suas transgressões, e nos confiou a palavra da reconciliação.
20 De sorte que somos embaixadores em nome de Cristo, como se Deus exortasse por nosso intermédio. Em nome de Cristo, pois, rogamos que vos reconcilieis com Deus.
Rm 5:10
10 Porque, se nós, quando inimigos, fomos reconciliados com Deus mediante a morte do seu Filho, muito mais, estando já reconciliados, seremos salvos pela sua vida;
Hb 4:15
15 Porque não temos sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas; antes, foi ele tentado em todas as coisas, à nossa semelhança, mas sem pecado.
2 Co 5:15
15 E ele morreu por todos, para que os que vivem não vivam mais para si mesmos, mas para aquele que por eles morreu e ressuscitou.
2 Co 5:21
21 Aquele que não conheceu pecado, ele o fez pecado por nós; para que, nele, fôssemos feitos justiça de Deus.
2 Pe 2:21
21 Pois melhor lhes fora nunca tivessem conhecido o caminho da justiça do que, após conhecê-lo, volverem para trás, apartando-se do santo mandamento que lhes fora dado.
Jo 1:29
29 No dia seguinte, viu João a Jesus, que vinha para ele, e disse: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo!
Hb 7:12-14
12 Pois, quando se muda o sacerdócio, necessariamente há também mudança de lei.
13 Porque aquele de quem são ditas estas coisas pertence a outra tribo, da qual ninguém prestou serviço ao altar;
14 pois é evidente que nosso Senhor procedeu de Judá, tribo à qual Moisés nunca atribuiu sacerdotes.
Hebreus 9:22
22 Com efeito, quase todas as coisas, segundo a lei, se purificam com sangue; e, sem derramamento de sangue, não há remissão.
Jo 1:29
29 No dia seguinte, viu João a Jesus, que vinha para ele, e disse: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo!
1Co 5:7
7 Lançai fora o velho fermento, para que sejais nova massa, como sois, de fato, sem fermento. Pois também Cristo, nosso Cordeiro pascal, foi imolado.
Rm 5:6
6 Porque Cristo, quando nós ainda éramos fracos, morreu a seu tempo pelos ímpios.
Gl 1:4
4 o qual se entregou a si mesmo pelos nossos pecados, para nos desarraigar deste mundo perverso, segundo a vontade de nosso Deus e Pai,
Hb 9:14
14 muito mais o sangue de Cristo, que, pelo Espírito eterno, a si mesmo se ofereceu sem mácula a Deus, purificará a nossa consciência de obras mortas, para servirmos ao Deus vivo!
1 Pe 3:18
18 Pois também Cristo morreu, uma única vez, pelos pecados, o justo pelos injustos, para conduzir-vos a Deus; morto, sim, na carne, mas vivificado no espírito,
Mc 10:45
45 Pois o próprio Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos.
Lc 11:11
11 Qual dentre vós é o pai que, se o filho lhe pedir [pão, lhe dará uma pedra? Ou se pedir] um peixe, lhe dará em lugar de peixe uma cobra?
Rm 12:17
17 Não torneis a ninguém mal por mal; esforçai-vos por fazer o bem perante todos os homens;
1 Ts 5:15
15 Evitai que alguém retribua a outrem mal por mal; pelo contrário, segui sempre o bem entre vós e para com todos.
1 Pe 3:9
9 não pagando mal por mal ou injúria por injúria; antes, pelo contrário, bendizendo, pois para isto mesmo fostes chamados, a fim de receberdes bênção por herança.
Hb 12:16
16 nem haja algum impuro ou profano, como foi Esaú, o qual, por um repasto, vendeu o seu direito de primogenitura.
2 Co 5:14
14 Pois o amor de Cristo nos constrange, julgando nós isto: um morreu por todos; logo, todos morreram.
Gl 3:13
13 Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se ele próprio maldição em nosso lugar (porque está escrito: Maldito todo aquele que for pendurado em madeiro ),
Jo 3:16
16 Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.
Jo 15:13
13 Ninguém tem maior amor do que este: de dar alguém a própria vida em favor dos seus amigos.
Rm 5:8
8 Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores.
1 Jo 3:16
16 Nisto conhecemos o amor: que Cristo deu a sua vida por nós; e devemos dar nossa vida pelos irmãos.
Is 53:4
4 Certamente, ele tomou sobre si as nossas enfermidades e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus e oprimido.
Dt 21:22
22 Se alguém houver pecado, passível da pena de morte, e tiver sido morto, e o pendurares num madeiro,
Gl 3:13
13 Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se ele próprio maldição em nosso lugar (porque está escrito: Maldito todo aquele que for pendurado em madeiro ),
2 Co 5:14
14 Pois o amor de Cristo nos constrange, julgando nós isto: um morreu por todos; logo, todos morreram.