Vasos para honra versus vasos para desonra, quarta-feira
Eis que estas foram as que, por conselho de Balaão, deram ocasião aos filhos de Israel de transgredir contra o SENHOR no caso de Peor; por isso houve aquela praga entre a congregação do SENHOR. .
Eis que estas foram as que, por conselho de Balaão, deram ocasião aos filhos de Israel de transgredir contra o SENHOR no caso de Peor; por isso houve aquela praga entre a congregação do SENHOR.
Balaão ficou conhecido por ser um profeta com o qual uma jumenta falou. Mas sua história é marcada pelas tentativas de lançar maldição sobre Israel em troca de dinheiro. Ele é o tipo de pessoa que se vende, que deixa a ganância falar mais alto. Embora o Senhor o tenha impedido em seus intentos ele ainda usou outra estratégia, procurando agradar a um rei pagão que queria o mal do povo de Deus. Balaão foi o responsável por fazer com que os filhos de Israel pecassem contra o Senhor, prostituindo o povo e trazendo o castigo sobre eles. O Novo Testamento nos adverte quanto à “doutrina de Balaão”. Ela inclui: amor ao dinheiro (2 Pe 2:15, Judas 11) e idolatria e prostituição, ou que o cristão pode viver de forma dupla, sendo ao mesmo tempo “santo” e “profano” (Ap 2:14). Esse profeta, indigno e profano, deixa como lição que o servo de Deus jamais deve ser levado por outro motivo que não seja agradar-Lhe. Por mais de uma vez o Senhor lhe mostrou que estava no caminho errado, mas prosseguir nesse erro foi sua escolha, que contribuiu para entrasse para a história como símbolo de quem desonra a Deus, tornando sinônimo de tropeço a quem segue seu exemplo e seu ensino.
Números 31:16
16 Eis que estas, por conselho de Balaão, fizeram prevaricar os filhos de Israel contra o SENHOR, no caso de Peor, pelo que houve a praga entre a congregação do SENHOR.
2 Pe 2:15
15 abandonando o reto caminho, se extraviaram, seguindo pelo caminho de Balaão, filho de Beor, que amou o prêmio da injustiça
Ap 2:14
14 Tenho, todavia, contra ti algumas coisas, pois que tens aí os que sustentam a doutrina de Balaão, o qual ensinava a Balaque a armar ciladas diante dos filhos de Israel para comerem coisas sacrificadas aos ídolos e praticarem a prostituição.