O filho pródigo, sábado
PORTANTO, és inescusável quando julgas, ó homem, quem quer que sejas, porque te condenas a ti mesmo naquilo em que julgas a outro; pois tu, que julgas, fazes o mesmo. .
1 PORTANTO, és inescusável quando julgas, ó homem, quem quer que sejas, porque te condenas a ti mesmo naquilo em que julgas a outro; pois tu, que julgas, fazes o mesmo. 2 E bem sabemos que o juízo de Deus é segundo a verdade sobre os que tais coisas fazem. 3 E tu, ó homem, que julgas os que fazem tais coisas, cuidas que, fazendo-as tu, escaparás ao juízo de Deus? 4 Ou desprezas tu as riquezas da sua benignidade, e paciência e longanimidade, ignorando que a benignidade de Deus te leva ao arrependimento?
Há um Juízo e um juízo. O de Deus é verdadeiro e justo; o do ser humano é cultural, por isso circunstancial. O juízo de Deus é para toda a humanidade, ainda que “recheado” de bondade, tolerância e longanimidade. O juízo do ser humano requer fatores culturais: educação, tradição, visão de mundo. E isso o torna parcial, pois o critério muitas vezes, são as aptidões, a classe social, a origem étnica, etc. Deus sonda os corações e distingue o joio do trigo; ama até o fim. Adão justificou-se acusando sua mulher; Eva justificou-se acusando a serpente, porém ambos não se aperceberam que deram ouvidos ao erro, defenderam-se, acusando. Não é assim que normalmente agimos?
Romanos 2:1-4
1 Portanto, és indesculpável, ó homem, quando julgas, quem quer que sejas; porque, no que julgas a outro, a ti mesmo te condenas; pois praticas as próprias coisas que condenas.
2 Bem sabemos que o juízo de Deus é segundo a verdade contra os que praticam tais coisas.
3 Tu, ó homem, que condenas os que praticam tais coisas e fazes as mesmas, pensas que te livrarás do juízo de Deus?
4 Ou desprezas a riqueza da sua bondade, e tolerância, e longanimidade, ignorando que a bondade de Deus é que te conduz ao arrependimento?