Missões transculturais I, terça-feira
DEPOIS Agripa disse a Paulo: É permitido que te defendas. .
DEPOIS Agripa disse a Paulo: É permitido que te defendas. Então Paulo, estendendo a mão em sua defesa, respondeu: Tenho-me por feliz, ó rei Agripa, de que perante ti me haja hoje de defender de todas as coisas de que sou acusado pelos judeus; Mormente sabendo eu que tens conhecimento de todos os costumes e questões que há entre os judeus; por isso te rogo que me ouças com paciência.
Os judeus entregaram Paulo aos romanos, pedindo que ele fosse morto. Os judeus acusavam Paulo de pregar contra suas leis e de introduzir os gentios no templo, profanando desta forma o templo. Os judeus estavam com tanto ódio de Paulo, que desejavam sua morte. Fizeram questão de ignorar um dos dez mandamentos: Não matarás. Paulo poderia ter se entristecido e se calado diante de tamanha injustiça e cegueira espiritual, mas não foi isso que ele fez. Ele aproveitou a oportunidade de estar diante do rei Agripa e contou seu testemunho. A ponto de o rei Agripa exclamar, “Por pouco me queres persuadir a que me faça cristão!” Que assim seja também conosco, seja qual for a situação que nos encontremos, que possamos compartilhar o que Jesus fez e faz em nossa vida. E desta maneira, compartilharmos o Evangelho que salva, que transforma.
Atos dos Apóstolos 26:1-3
1 A seguir, Agripa, dirigindo-se a Paulo, disse: É permitido que uses da palavra em tua defesa. Então, Paulo, estendendo a mão, passou a defender-se nestes termos:
2 Tenho-me por feliz, ó rei Agripa, pelo privilégio de, hoje, na tua presença, poder produzir a minha defesa de todas as acusações feitas contra mim pelos judeus;
3 mormente porque és versado em todos os costumes e questões que há entre os judeus; por isso, eu te peço que me ouças com paciência.