A morte de Jesus, quinta-feira
Já estou crucificado com Cristo; e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim; e a vida que agora vivo na carne, vivo-a na fé do Filho de Deus, o qual me amou, e se entregou a si mesmo por mim. .
Já estou crucificado com Cristo; e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim; e a vida que agora vivo na carne, vivo-a na fé do Filho de Deus, o qual me amou, e se entregou a si mesmo por mim.
Todo ser humano tem como seu instinto natural a sobrevivência, lutamos pela vida e contra a morte, buscando meio de viver mais tempo sobre a face da terra. Paulo, quando escreveu aos Gálatas, pôde expressar sua visão e amor a Cristo, descrevendo o grande significado da morte e ressurreição de nosso Senhor. Somente viveremos uma vida abundante de paz e alegria quando decidirmos morrer para a natureza corrompida da carne. A partir de então a vida de Cristo passa a habitar nosso interior com renovo de pensamentos e força para seguir pelo Santo Caminho. Morrer para o mundo é um processo e não acontece do dia para a noite. Na medida em que a palavra e a presença de Deus tomam o espaço vazio do coração, as trevas ou desejos da carne batem em retirada e não mais podem dominá-lo. Leia novamente o versículo, porém declare com poder e autoridade em nome de Jesus. Busque a vida verdadeira.
Gálatas 2:20
20 logo, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim; e esse viver que, agora, tenho na carne, vivo pela fé no Filho de Deus, que me amou e a si mesmo se entregou por mim.