1 O solitário busca o seu próprio interesse e insurge-se contra a verdadeira sabedoria.
2 O insensato não tem prazer no entendimento, senão em externar o seu interior.
3 Vindo a perversidade, vem também o desprezo; e, com a ignomínia, a vergonha.
4 Águas profundas são as palavras da boca do homem, e a fonte da sabedoria, ribeiros transbordantes.
5 Não é bom ser parcial com o perverso, para torcer o direito contra os justos.
6 Os lábios do insensato entram na contenda, e por açoites brada a sua boca.
7 A boca do insensato é a sua própria destruição, e os seus lábios, um laço para a sua alma.
8 As palavras do maldizente são doces bocados que descem para o mais interior do ventre.
9 Quem é negligente na sua obra já é irmão do desperdiçador.
10 Torre forte é o nome do SENHOR, à qual o justo se acolhe e está seguro.
Provérbios 18:1-10 →