1 Como a neve no verão e como a chuva na ceifa, assim, a honra não convém ao insensato.
2 Como o pássaro que foge, como a andorinha no seu voo, assim, a maldição sem causa não se cumpre.
3 O açoite é para o cavalo, o freio, para o jumento, e a vara, para as costas dos insensatos.
4 Não respondas ao insensato segundo a sua estultícia, para que não te faças semelhante a ele.
5 Ao insensato responde segundo a sua estultícia, para que não seja ele sábio aos seus próprios olhos.
6 Os pés corta e o dano sofre quem manda mensagens por intermédio do insensato.
7 As pernas do coxo pendem bambas; assim é o provérbio na boca dos insensatos.
8 Como o que atira pedra preciosa num montão de ruínas, assim é o que dá honra ao insensato.
9 Como galho de espinhos na mão do bêbado, assim é o provérbio na boca dos insensatos.
10 Como um flecheiro que a todos fere, assim é o que assalaria os insensatos e os transgressores.
Provérbios 26:1-10 →